CAINDO NA REDE

Jovem do bumbum gande gosta de gozar com prazer

Eu estava passeando pelo facebook, como sempre faço todas as noites, antes de ir dormir, quando meus olhos se depararam com o nome de um conhecido, que eu não via há muitos anos, como estando online. Instintivamente, cliquei no seu nome

E o cumprimentei, perguntando como estava. No íntimo, achava que ele nem iria me responder, considerando o tempo em que não nos víamos e o fato de que era possível que nem se lembrasse mais de mim apenas pelo nome. Mas qual não foi a minha surpresa quando, poucos minutos depois de ter postado a mensagem, recebia a sua resposta.

Mesmo estando conversando com algumas amigas, fiquei teclando com ele por um bom tempo, recordando os tempos passados, quando frequentávamos juntos a mesma faculdade.

Nós regulávamos a idade. Naquela época devíamos ter uns vinte e poucos anos e fazíamos Letras. Lembro-me que ele faltava pouco as aulas mas chegava sempre atrasado, quase sempre no fim do primeiro horário. Alegava sempre que saía  tarde do serviço. Trabalhava em uma Livraria. Era a ele que recorríamos, quase todos da sala, quando precisávamos de consultar alguma obra literária em especial ou algum autor, por indicação dos professores. Por essa razão eu e minhas colegas de grupo segurávamos a sua barra, passando-lhe o material dado pelos professores do primeiro horário ou permitindo que fizesse os trabalhos do nosso grupo. Sua presença em nosso grupo sempre era muito bem-venda porque ele, além de muito inteligente, tinha uma facilidade muito grande para falar, o que fortalecia as nossas apresentações dos trabalhos. Sem contar que, trabalhando em uma Livraria, era o encarregado de conseguir os livros para nossas pesquisas.

Durante os quatro anos em que fomos colegas de sala, nunca senti alguma atração física por ele, embora o achasse um cara bonito.

Terminada a faculdade cada um de nós seguiu seu caminho e não mais tive notícias dele. Até aquele primeiro contato aquela noite no facebook.

No dia seguinte trabalhei normalmente como sempre fazia durante a semana. A noite, em casa, após haver jantado e visto, na televisão, o capítulo da novela que estava acompanhando, fui para o computador e passei um tempo verificando meu e-mail. Depois, fiz a conexão com o facebook e ví que o meu amigo já se encontrava online. Assim que acabei de conectar recebi uma mensagem sua. Perguntava como eu estava e me dizia que havia sonhado comigo na noite anterior. Na noite em que havíamos conversado.

Tive vontade de provocá-lo e lhe perguntei se o sonho tinha sido bom. Respondeu-se que sim, que tinha sido muito bom, mas que tinha sido frustrante. Com a maior naturalidade pedi-lhe, então, que me contasse como tinha sido o sonho. Ele, maliciosamente, me disse que não poderia contar, dizendo que, se me contasse, eu iria brigar com ele. Eu lhe disse, em seguida, “aposto que sonhou que estávamos transando”. Aí ele me contou o sonho. Que nele, o meu corpo se contorcia como se quisesse fugir do seu corpo mais parecendo uma dança inimaginável do ventre. Para cima, para baixo, para o lado, para o outro lado, novamente para cima, para baixo, num ir e vir interminável. Ele me penetrava de maneira profunda e eu emitia gemidos suaves que iam aumentando de tonalidade enquanto pedia – mais, mais, mais, agora, agora, gostoso, gostoso – e quando ele ia explodir em gozo… acordou sentindo o coração batendo forte e rápido. E que não dormiu mais o resto da noite, imaginando o quanto seria gostoso estar comigo, de maneira real.

Enquanto falava, sua voz foi passando para um tom mais íntimo e ele me disse que só de estar me contando o sonho já estava ficando com um tesão muito grande que estava aumentando ainda mais. Quando eu perguntei – de pau duro? – e ele disse que sim, eu falei – ah, eu quero ver agora, liga a câmera. Ele me perguntou – agora? Eu lhe disse que sim. Ele ligou a câmera.

Eu estava vestindo uma camisola preta, bordada nas pontas, com um decote que deixava ver os meus seios. Curta, cobria apenas até a metade das minhas coxas. Transparente, deixava ver a minha calcinha.

Perguntei – e ai, está gostando do que vê? ele disse que sim e eu, então, comecei  uma dança suave, rebolando os quadris levemente, enquanto ia tirando a camisola, ficando apenas de calcinha. Eu o via me olhando, extasiado e cheio de tesão. Eu lhe disse – por  quê você não me mostra como está pra eu ver se está de tesão mesmo, quero ver você de pau duro. Ele foi  tirando a roupa, ficando nu. Comecei a me tocar enquanto o via batendo uma punheta  e acabamos, os dois, gozando juntos, embora apenas nos vendo. Depois de gozar, desligamos o computador e fomos, os dois, dormir. Cada um em sua casa. Cada um em sua cama. Os dois satisfeitos e felizes.

Tínhamos, os dois, caído na Rede.

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