AVALIAÇÃO CARDIOLÓGICA

Eu havia começado o meu plantão noturno às dezoito horas. Teria um plantão calmo, pelo que pude observar nos Boletins Médicos que encontrara na Sala de Enfermagem. Todos os meus pacientes do plantão anterior estavam à minha espera e só um paciente novato dera entrada no começo da tarde. Suspeita de infarto mas, pela descrição médica, devia ser apenas mantido em observação mais severa. Nenhum risco possível de um infarto. Previsão de alta para o dia seguinte se passasse bem aquela noite. Era o meu primeiro paciente.

Ao entrar no quarto achei-o dormindo um sono tranquilo. Não me pareceu que estivesse doente. Corado. Bem apessoado. Aparentava ter uns quarenta anos, não mais que isso. Muito novo para problemas do coração, pensei.

Acordou ao leve toque da minha mão no seu braço. Sorrí para tranquilizá-lo e desculpei-me por o ter acordado, lhe dizendo que iria verificar a sua temperatura, avaliar a sua pressão e lhe dar um medicamento. Coloquei o termômetro em sua axila, contei um minuto, retirei-o, fiz a leitura da sua temperatura e a anotei no seu prontuário. Em seguida, medi a sua pressão, anotando também o resultado. Finalmente, dei a ele um comprimido que lhe havia sido prescrito pelo médico que o estava acompanhando.

Enquanto fazia as verificações e as anotações ele ficou me observando e, em determinado momento, perguntou-me se eu estava começando o meu plantão. Eu lhe disse que sim, que era o meu primeiro paciente e perguntei-lhe como adivinhara. Disse-me que eu ainda estava com cheirinho gostoso de corpo recém lavado, que ainda não estava com cheiro de hospital, de remédios nem de pacientes.

Eu, sorrindo, lhe disse “gostou do perfume”, ele disse que sim e eu lhe sorrí  dizendo “olha como ele está aceso cuidado com o coração” sorrindo  de novo. Ele me disse que o médico lhe assegurara que o coração ia bem. Então, eu lhe disse que “tem coisas que fazem o coração reagir bem mais depressa do que remédios”. Depois, retirei o termômetro, lhe disse que a temperatura estava ótima, que a pressão também estava boa, 12 por 8, de criança, fiz um carinho no seu braço e me dirigiu para a porta, saindo do apartamento.

Quando caminhava pelo corredor, para atender o meu outro paciente, alguma coisa começou a acontecer comigo. Percebi, de súbito, que o safado do paciente tinha começado aquela conversa com intenção única de me provocar. Com toda a certeza tinha me achado gostosa. Me deu uma vontade enorme de voltar lá para continuar a conversa e ver no que ia dar. O danadinho, mesmo em observação cardiológica, não parecia ter medo de iniciar uma conversa que poderia levá-lo a ter uma excitação sexual. Isso me incomodou e me tornou mais atraída por ele. Ah, eu queria de alguma forma ver até onde iria aquela situação.

Terminei todos os procedimentos médicos com o meu outro paciente e retornei ao primeiro. Encontreio-o cormindo, novamente. Fiquei alí um tempo observando-o. Eu já tinha decidido o que fazer. Tranquei a porta por dentro e aproximei-me do seu leito. Limpei a garganta, bem de leve, fazendo um ruído baixinho mas o bastante para o acordar.

Abriu os olhos e eu estava lá, observando.  Disse-lhe um “olá, de novo. Já é hora de acordar. Vou lhe dar um banho para que durma gostoso esta noite”. Disse e estendí a mão para o ajudar a se levantar. Eu o ajudei a descer do leito com todo o cuidado. Passei  o meu braço sobre os seus ombros e o levei até o banheiro, tirando a sua roupa. Ele  vestia um pijama hospitalar, muito leve e fácil de tirar.  Logo ficou nu. Abri o registro do chuveiro fazendo a água escorrer e, regulando ora um, ora outro, deixei-o bem temperado, mais para quente, porque já era começo da noite e o tempo começava a esfriar. Depois, amparei-o deixando que o  jato de agua caisse sobre ele. Apanhei o sabão e comecei a o ensaboar, bem devagar. Virei-o de costas. Quando o fiz  virar novamente, de frente, eu já  estava completamente nua. Abracei-o e peguei o seu pau  começando  a fazer carinhos nele, enquanto o beijava na boca. A agua caia sobre nós, quentinha. Eu podia sentir o seu  coração batendo acelerado. O seu pau endurecia ainda mais. Eu o abracei mais forte. Agachei-me e fiquei chupando o seu pau por um longo tempo .Virei-me  de costas, coloquei o seu pau entre as minhas pernas e lhe pedi “enfia agora, que eu quero você todinho dentro de mim”. E fudemos com muita vontade até que gozamos inteiramente. Perguntei como ele estava e quando me  disse que estava assustado, mas bem, eu lhe  sorri, começando a enxugar o seu  corpo.

Levei-o até o seu leito, o fiz deitar, dei-lhe  um beijo demorado e saí.

Quando a noite já estava bem alta e todos dormiam eu voltei ao seu apartamento, deitei-me ao seu lado, abracei-o e o acordei dizendo “ come a minha bunda”. Quando ele acabou de comer a minha  bunda eu lhe disse que podia ficar tranquilo que havia se saído  muito bem naquela sua última avaliação cardiológica.

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