A NOITE DO BAILE

Naquela noite de sábado, dia 31 de Julho, haveria o baile de final de férias, já tradicional na cidade. Os anteriores tinham sido um sucesso, com gente vindo de todas as cidades da região. Também, com a fama que a nossa cidade tinha de ser terra de mulheres bonitas, não era de se espantar.

Desde cedo a pracinha ficou movimentada, com rapazes e moças conversando nos bancos, com certeza combinando os encontros e confirmando os pares que estariam rodopiando na pista do clube, naquela noite. Eu, da janela da minha casa, na praça, observava aquele movimento e me lastimava, Intimamente, por não ter conseguido convite e por não poder ir ao baile. Os convites eram individuais, difíceis de se conseguir e eu não fazia parte do grupo que controlava o clube. Também não tinha dinheiro suficiente para comprar uma mesa, com quatro lugares, que era coisa só de gente rica. Assim, eu olhava o movimento e procurava não ficar muito triste por não poder ir.

A noite, fui para a porta do clube, como fazia quando havia bailes e eu não podia participar. Fiquei lá, conversando com alguns amigos que estavam na mesma situação minha ou com alguns que iriam ao baile, mas primeiro batiam um papo dantes de entrarem. Logicamente, algumas garotas  faziam parte da turma.

Enquanto o tempo ia passando e o baile ia acontecendo, eu me distraia cada vez mais com as conversas e as músicas.e já nem me importava mais de não estar lá no baile dançando.

Eu já estava pensando em ir para casa quando alguém me chamou, na entrada do clube. Fui até lá e vi uma das garotas que conhecia de vista, mas com quem já flertara algumas vezes, me fazendo sinal, me chamando. Aproximei-me e ela perguntou se eu não me importava de acompanhá-la até sua casa, que o imbecil do namorado tinha ficado bêbado e estava dormindo na mesa, que ela tava puta da vida com ele e queria ir embora. Eu disse que não tinha nenhum problema e saímos caminhando pela rua na direção da sua casa, que, por sinal, não era nada perto. Ficava uns bons quarteirões de distancia do clube. E la´fomos nós, caminhando devagar, enquanto ela continuava a reclamar do namorado. Eu, que estava com a mão sobre o seu ombro a desci para a sua cintura, enquanto íamos conversando. Quando passamos em uma esquina mais escura, puxei-a de frente para mim. Olhou-me assustada mas não se afastou. Aproximei o meu rosto e a beijei com vontade. Correspondeu abraçando-me mais forte. Nos afastamos da rua, encostamos em um muro e, sem nenhuma palavra ela tirou o peitinho para fora e puxou a minha cabeça para que o beijasse. Eu o beijei, mordiscando de leve, sugando o biquinho e sentindo que ela gemia baixinho e se agarrava em mim. Tirou o meu pau, abaixou-se e o chupou com delicadeza a principio, com vontade e furor depois. Abaixei sua calcinha e ela a tirou. Colocou uma perna apoiada no muro e enfiou todo o meu pau em sua xana remexendo para que entrasse tudinho. Depois, ficou fazendo movimentos leves e contínuos, acompanhando os movimentos que eu fazia para que o meu pau entrasse e saisse, entrasse e saisse, bem gostoso. Não deu para saber quantas vezes ela gozou. Mas quando eu ia gozar, me fez tirar o pau e gozar nas suas pernas. Que ficaram cheias de porra. Limpou-se com a calcinha, que jogou na rua.

Levei-a até a sua casa e posso garantir que ela estava bem feliz e não xingava mais o namorado. Quanto a mim, desisti de ir para casa e voltei para o clube torcendo para que o baile não acabasse tão cedo.

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