UM DIA NA ROÇA

Colocando a magrinha novinha para gemer com força na piroca

Eu morava na capital há uns bons anos, quinze pelo menos, sem voltar ao interior. Trabalho e estudos não me davam oportunidades. Quando em férias, sempre tinha algum curso para fazer ou uma viagem para o litoral. Adoro praia! Mas, desta vez, um amigo me convidou a acompanhá-lo até a sua cidade, onde iria passar uns dias com a família. Não sei por quê, aceitei de imediato. Saímos numa quinta-feira, viajamos por mais de oito horas e chegamos quando anoitecia na casa dos seus pais, onde iríamos ficar instalados. Como estava muito cansado da viagem, nos deitamos logo e só acordei pela manhã, com o latir de cães, cantar de galos e de pássaros. Esses sons, por não serem comuns na capital, me fizeram recordar o meu tempo de interior. Fiquei feliz por estar lá, na roça. O dia ainda estava começando quando me levaneti, mas já haviam feito café e a mesa estava posta com broas e outras guloseimas que comemos com vontade. Depois, o meu amigo me disse que iria me mostrar o lugar. Fui com ele. Voltamos cedo, para o almoço na casa de seus pais. Comida deliciosa, frango com quiabo, taioba, arroz com feijão e muita fruta como sobremesa. Acabamos e me disseram que minha cama estava pronta para um cochilo, que era natural dormirem depois do almoço.

Quando fui me deitar, passei em um corredor e vi, na cozinha, uma garota que me olhou curiosa. Era bonita, com aquela beleza natural das garotas do interior, sem maquiagem, sem enfeites, com os cabelos soltos, vestindo um vestido simples, um pouco acima dos joelhos,mostrando belas pernas. Como podem ver, eu reparara bem nela.

Deitei-me e dormi de imediato. Quando acordei, o silêncio da casa me fez custar para entender onde estava. Levantei-me e me dirigi para a sala, onde esperava que todos estivessem. Não havia ninguém. Fui a cozinha. Vazia, também. Então, ouvi um barulho vindo dos fundos, onde havia uma varanda.  Fui até lá e encontrei a garota que havia visto antes. Cumprimentei-a perguntando onde estava todo mundo. Respondeu-me dizendo que estavam ainda deitados, que eu havia acordado cedo. Perguntei porque ela também não estava dormindo e ela, rindo, me disse que não gostava de dormir de dia, que tinha muito o que fazer. Ficamos conversando e fiquei sabendo que ela não era parente do meu amigo e que morava lá para fazer companhia aos seus pais e estudar na vila que ficava a poucos minutos de lá. Estava começando o segundo grau e sonhava poder ir fazer faculdade na capital. Eu a estimulei, naturalmente, dizendo que qualquer um poderia, com esforço, formar-se em um curso superior. Ela perguntou-se se já havia visto o pomar, que tinha muitas frutas, de que frutas eu gostava e se eu queria que ela me mostrasse. Eu disse que sim e ela me guiou até um dos lados da casa, abriu uma pequena passagem na cerca e me vi dentro um pomar muito bem formado, com diversos e variados tipos de árvores frutíferas e um sem número de pássaros pulando e cantando entre os galhos. Encantado, comentei sobre a beleza do lugar. Ela foi me mostrando tudo e levou-me até um pequeno córrego que cortava o pomar, dividindo-o em dois. Passamos para o outro lado através de uma prancha de madeira estendida sobe o córrego e nos vimos em meio a uma plantação de laranjas e mexericas. Os pés estavam abarrotados de frutas maduras. Ela parou frente a um pé de mexerica, esticou-se para apanhar uma bem amarela que estava mais no alto e deixou a mostra suas coxas. O vestido havia sido puxado para cima e quando se virou, me entregando a fruta, viu que eu olhava suas pernas. Perguntou se eu gostava e eu lhe disse que adorava mexerica. Deu um sorriso safado e me disse que não estava falando da mexerica, que estava perguntando se eu tinha gostado do que estava olhando. Eu respondi logo que tinha pernas lindas, que eram muito bem feitas, que eram perfeitas. Ela, então, levantou o vestido até a cintura e fazendo uma mesura, me disse que podia apreciar a vontade. Caminhou em minha direção, pegou a minha mão e começou a me levar com ela, ainda segurando o vestido. Entramos atrás de uma bananeira e nos abraçamos. Fomos nos acariciando e nos beijando, os corpos colados um no outro, meu pau roçando duro as suas pernas, ela se mexendo e pegando o meu pau dentro da calça. Pouco a pouco, foi tirando o meu pau e batendo em mim uma punheta, enquanto me abraçava mais forte, gemendo baixinho. Depois, forrou o chão com algumas folhas secas de bananeira e deitou-se, me puxando para cima dela. Colocou as pernas em meus ombros e eu a penetrei gostoso, bem fundo, enquanto mexíamos os nossos corpos numa dança frenética e incrivelmente gostosa. Até que eu gozasse fiz com que gozasse várias vezes. Finalmente nos levantamos, ela foi para um pátio onde as roupas eram estendidas depois de lavadas, para secarem e eu voltei para a casa, onde todos já haviam se levantado e procuravam por mim. Eu lhes disse que estava no pomar, chupando umas mexericas. Todos aprovaram a minha ação e sugeriram, também, que eu chupasse umas mangas.

Nos dois dias seguintes eu me empanturrei de chupar mexerica. Só para poder fuder e ser chupado a vontade, no pomar.

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