A vizinha

                                                                             

Quando cheguei para trabalhar naquela manhã, percebi que a loja em frente ao supermercado estava aberta,o que era uma novidade. Logo alguém comentou que era uma lanchonete, com vários tipos de guloseimas. E que a dona era muito bonita. Como já sou comprometido e minha mulher é muito ciumenta, a informação de que a dona da lanchonete era bonita não me despertou a minha curiosidade.

Dada a proximidade, eu e alguns colegas do supermercado começamos a frequentar a lanchonete todos os dias. Lá tomávamos o café da manhã e lanchávamos durante o dia. Éramos muito bem recebidos e nos sentíamos à vontade. O ambiente era confortável e tranquilo, o que fazia diminuir o stress que  era causado pelo nosso trabalho.

Não sei bem quando aconteceu, mas aconteceu um dia. Percebi, de onde estava, que estava sendo observado insistentemente pela dona da lanchonete, a quem chamávamos de “vizinha”. Curioso, sem saber o porque daquele olhar tão insistente, perguntei a ela em uma das minhas idas para o cafezinho: “Hoje mais cedo, vi que você me olhava daqui. Precisava de alguma coisa?” Ela me deu um sorriso e disse que não, que estava olhando só por que eu era uma figura interessante de se olhar. E concluiu “você se incomoda? Não gosta de ser olhado?. Sem esperar que eu dissesse alguma coisa, virou as costas e me deixou lá, parado.

O resto do dia nós trocamos olhares, ela na lanchonete e eu no supermercado. Até então, eu, que já a achava bonita comecei a achá-la também gostosa, muito gostosa.

Daquele dia em diante eu sempre que podia corria para a lanchonete, com motivo ou sem motivos, com fome ou sem fome. Eu só queria vê-la, falar com ela. Estava muito interessado nela e tinha certeza de que ela se interessava por mim.

Como sempre acontece, quando um homem demonstra estar muito interessado por uma mulher, os sinais são tão nítidos e fáceis de serem reconhecidos que, mesmo querendo evitar dar bandeira, a gente se escancara para os que estão mais próximos. Assim, os que trabalhavam comigo logo perceberam e começaram a zoar, fazer piadinhas e a jogarem verde para colherem maduro. A minha única defesa era dizer sempre que nõa era verdade, que a gente não tinha nada, que eu era comprometido,etc. Mas, na verdade, eu sabia que não os convencia. Assim, quando íamos até a lanchonete, meus companheiros logo arranjavam um jeito de me deixarem sozinho com a vizinha.

Eu percebia que ela cada dia mais se insinuava. Uma brincadeira, uma palavra solta, sempre um olhar firma no meu olhar, um toque de mão. Eu cada vez apreciava mais aqueles pequenos sinais. Ela estava me desorientando. Mas nada acontecia de mais sério.

Na minha cabeça as coisas estavam muito claras. Eu era casado e não queria trair minha mulher e colocar em risco o nosso casamento. Ao mesmo tempo me via fodendo a vizinha de todas maneiras. Como resultado dessa confusão, quando estava na minha casa eu jurava a mim mesmo que deixaria de ir a lanchonete, que não iria mais ver nem falar com a vizinha. Mas quando chegava no supermercado, mesmo antes de começar a trabalhar, eu me dirigia até a lanchonete. ansioso para vê-la, como se a minha vida dependesse disso.

Um dia, um colega me disse que tinha descoberto porque eu ia tanto à lanchonete: “Ele vai lá para cheirar a vizinha“. Foi uma gozação geral e só me restou negar o meu interesse por ela, sem que alguém acreditasse, como sempre. Naquele mesmo dia ela ficou sabendo da gozação. Perguntou, então, sorrindo “E se eu gostar de ser cheirada por ele?” Quando fiquei sabendo arranjei logo uma desculpa, uma fome repentina, e fui lanchar. Quando ficamos só os dois, num canto, eu disse a ela que era verdade que eu gostaria de poder cheirar o seu corpo todinho, mas que era impossível porque eu era casado, não queria trair a minha mulher. Mas que já não estava mais aguentando de tanto desejo dela. Ela me ouviu e não disse nada. Apenas ouviu.

A partir daquele dia, ela diminuiu o ímpeto dos seus olhares e percebi que dava uma esfriada. Meu Deus , vou perdê-la, pensei apavorado. Comecei, então, a procurar ficar perto dela sempre que possível, me oferecendo para ajudá-la na lanchonete sempre que podia, a indicar contatos que lhe pudessem ser fornecedores, tudo enfim que me permitisse impedir que ela se afastasse de mim. Até que um dia ela me disse que gostaria que eu a levasse a uma central de abastecimentos de alimentos naturais que queria conhecer e que se situava fora da cidade. Combinamos para o dia seguinte.

Quando eu a vi senti que nada mais seria a mesma coisa. Ela estava linda. Vestia um conjuntinho com short rosa de seda, uma camisa branca de manga comprida e um blazer quase marrom, aberto na frente. Calçava tênis florido.

Os lojistas quase saíram no tapa disputando o direito de atendê-la. Não faltaram assobios e suspiros dos mais exaltados. Ao seu lado, pude sentir como era invejado por todos. Afinal, passávamos a idéia de sermos um casal amoroso. Ela conseguiu firmar alguns contratos de fornecimento do que precisava na lanchonete.

Para não me alongar muito, na volta, sem dizer nada, entrei no primeiro motel que vimos. Ela apenas me deu um olhar de esguelha e sorriu. No quarto, começamos a nos beijar como dois tarados. Seus beijos eram maliciosamente gostosos. Sua língua procurava a minha língua de forma inebriante. Minhas mãos percorreram todo o seu corpo. Ajudei-a a tirar a roupa sem parar de beijar. Primeiro o blazer. Depois a camisa, deixando a mostra os seus peitinhos. Coloquei minhas mãos sobre eles, e os acariciei bem devagar, bem de leve e senti quando se endureciam ainda mais. Depois, eu ajudei a tirar os short fazendo surgir a calcinha branca de lingerie finíssima, atolada no seu rabo delicioso.Desci uma das mãos pelo seu corpo e chegando ao meio das suas pernas fiz uma pequena pressão para que ela as abrisse, um pouco. Fiquei acariciando sua buceta por um tempo enquanto ela gemia bem baixinho sentindo o meu dedo entrando e saindo, de uma forma suave, nela. Lentamente eu a virei de lado até que ficasse de costas a apertei forte para que pudesse sentir o meu caralho encostado em sua bunda. “Quer fuder minha buceta, quer?Mete gostoso nela, mete. Fode ela todinha, vai.” Então ela se abaixou, ficou de quatro na beirada da cama e arrebitou a bunda, pegou o meu pau e o colocou na buceta começando um rebolado bem controlado, fazendo o meu pau ser engolido pela sua buceta, pedacinho por pedacinho. Eu não sabia mais o que estava acontecendo de tanto tesão. Não conseguia pensar em mais nada a não ser em enfiar, cada vez mais forte, o meu cacete naquela buceta. De repente, sem dizer nada, ela pegou o meu pau eu sua mão, tirou da buceta e começou a me punhetar lentamente até que ele ficou ainda mais duro. Ela então, deitou-se de pernas abertas e me puxou fazendo com que me deitasse sobre ela. Colocou as pernas nos meus ombros e fez o meu pau entrar no seu cu, que estava todo melado do líquido que escorria da sua buceta. Era apertadinho o seu cusinho e a penetração me fez quase explodir de prazer. Eu enfiava e tirava o meu pau num ritmo lento, fazendo com que entrasse todo, tão fundo que o meu saco batia na sua bunda. “Não aguento mais. Goza no meu cu. Me faz gozar com seu caralho no meu cu”. E assim foi, gozamos os dois. Enchi de porra o seu cu e ela gemeu e se contorceu muito quando gozou.

Hoje, ainda estou no supermercado e ela ainda está na lanchonete. O único problema é que eu quero fudê-la todos os dias mas estou sempre dizendo que não posso me separar da minha mulher, que já anda desconfiada de mim, porque estou metendo menos nela.  Minha vizinha continua a me dizer que não nasceu para ser amante, mas não me pede para separar e ficar com só com ela. Assim nós vamos vendo o tempo passar enquanto nos comemos ávida e deliciosamente.

areia, praia e sonhos.

Bunduda deliciosa dando gostoso no samba porno brasileiro

Éramos amigos de estudos. Nos víamos praticamente todos os dias. Trocávamos idéias, discutíamos  teorias,dividíamos conhecimentos. Enfim, podia-se dizer que já sentíamos falta um do outro, quando não nos víamos. Amigos, sim, com toda a certeza. Muito amigos.

Aquele tinha sido um ano bem puxado, de muito trabalho, de muita pressão e de pouco descanso. Eu sentia o meu corpo pesado pela fadiga diária, todos os meus músculos e ossos gritando pedindo socorro e um tempo sem fazer nada e a cabeça sonhando com uma praia. Decidi que assim seria. Praia. Mar, muita areia, água de côco, camarão no espetinho e gente quase pelada. Muito biquíni desfilando na minha frente. Ah, eu queria descanso. Eu ia ter descanso.

Qual não foi a minha surpresa  quando uma noite, voltando da faculdade, falei a ela dos meus planos para o feriado prolongado ” Que tal. Topa ir comigo?”  e ela, de pronto, sem nem pensar, me respondeu: “Estou nessa. Eu topo. Vou com você“. Assim, sem mais nem menos tomamos um ônibus uma noite e embarcamos para o litoral. Rumo ao mar.  E após viajarmos uma noite inteirinha, eu, ela e sua filha de cinco nos deparamos pela manhã com a imensidão azul do mar dominando tudo, à nossa frente.  Final da viagem.Começo do descanso.

Assim que deixamos as malas no apartamento, que ficava a apenas um quarteirão da praia e de onde podíamos avistar o mar a nos esperar, fomos para a praia. Estávamos empolgados mas quem demonstrava maior felicidade era sua filha, que nunca havia, até então, visto o mar.

Deixei-as brincando na areia e fui dar uma olhada nas redondezas, para me familiarizar com o ambiente e quando voltei eu as vi, andando na areia. As duas conversavam animadamente. Minha amiga estava completamente descontraída. Pude perceber que, naquele pouco tempo junto ao mar já tinha passado por grande transformação. O semblante carregado fora trocado por uma leveza que podia ser percebida de longe. Ela, que já era uma mulher bonita estava simplesmente linda. Ao lado da filha estava encantadora. Então, alguma coisa despertou dentro de mim. E eu a desejei assim, de longe, encantado, sem conseguir tirar dela os olhos. De repente, não havia mais ninguém naquela praia, apenas ela. Nem sua filha eu via mais. Apenas ela. Nenhum som no ar. Apenas a sua risada. E as ondas do mar quebrando aos seus pés. O mar rendia homenagens à sua beleza e quedava, aquietava suas ondas aos seus pés. E ela, sem se importar com nada ao seu redor, caminhava pela areia, mexendo lindamente o seu corpo perfeito, num andar suave, suas ancas movendo-se em um rebolar insinuante.

Não sei quanto tempo fiquei lá, de longe, só observando as duas brincando na areia. Não deve ter sido por longo tempo, mas me pareceu uma eternidade. Quando elas me viram e se voltaram correndo ao meu encontro, o encanto quebrou-se como num passe de mágica e procurei não deixar que tudo o que eu senti ao vê-las antes fosse percebido por elas. Mas a semente do querer já havia sido plantada nos meus pensamentos. Eu a queria.

Como estávamos buscando descansar, resolvi que não faríamos comida em casa e que iríamos experimentar comer em um restaurante bem em frente ao apartamento. Era só atravessarmos a rua e não precisávamos nem trocar de roupa, pois lá era permitido o uso de roupa de banho mesmo. Assim, fizemos o a nossa primeira refeição juntos, os três. Depois, por sugestão dela e não ligando para os protestos da filha que queria voltar para a praia, fomos para o apartamento descansar um pouco, afinal de contas, havíamos viajado toda uma noite e, embora felizes, estávamos cansados. “Depois a gente volta pra praia e fica até o final da tarde”.

Antes de nos deitarmos, tomamos um banho para tirar a areia do corpo e o sono dos olhos. Deixei que usassem o banheiro social e usei pequeno banheiro que havia logo depois da cozinha. Como o apartamento tinha dois quartos, ela se acomodou com a filha no quarto de casal e eu fiquei em um dos beliches colocados no quarto ao lado.

Deitado, não conseguia pegar no sono. O desejo de estar com ela foi ficando mais forte e tomando conta de mim. Senti sede e fui até a cozinha. Ao me dirigir até a geladeira, vi estendidas, no pequeno varal do corredor que levava ao pequeno banheiro, as duas peças do seu biquíni. Instantaneamente imaginei-a nua, o corpo branco começando a dourar pelo sol, peitinhos soltos, livres, empinados. Pelo tamanho do sutiã, deviam ser pequenos. Teriam os biquinhos normais, rosados? Seriam grandes os mamilos? Como ficariam quando eu os tocasse com as mãos? E quando os colocasse em minha boca e os chupasse suavemente, como reagiriam? Assim pensando senti que o sono se perdeu de vez e fui sendo tomado por um tesão que endurecia o meu pau cada vez mais, parado ali na cozinha, ao lado da geladeira. Impossível resistir. Fui para o banheiro, abri o chuveiro e deixei que a água morna escorresse pelo meu corpo enquanto batia uma punheta deliciosa imaginando que a estava enrabando. Gozei muito. De volta ao quarto, dormi quase que instantaneamente.

A maior parte da tarde ficamos sentados na areia, sob um guarda sol, conversando e observando sua filha brincar na areia.

Na volta para o apartamento passamos antes por uma feira de artigos diversos e compramos algumas bugigangas, lanchamos em uma barraca e nos deixamos ficar sentados em um banco à toa, observando a lua enluarando toda a noite pendurada em um céu recheado de estrelas.

Quando sua filha mostrou sinais de que não aguentava mais ficar acordada, fomos para o apartamento ela a acomodou na cama e veio ficar comigo, na sala, vendo televisão, sentada no chão, aos meus pés, cabeça pousada nos meus joelhos, enquanto eu acariciava os seus cabelos, levemente.

Em pouco tempo ela semicerrou os olhos e percebi que estava sonolenta. Perguntei se estava com sono e ela me disse que sim. Ajudei-a a se levantar e lhe disse que ainda ficaria assistindo a tv mais um pouco. Ela foi para o quarto e eu a acompanhei com os olhos, extasiado.

Durante o tempo em que estivemos juntos, na sala, pouco nos falamos. No entanto, a maneira como tudo transcorreu deixou em mim uma paz tão grande que me tocou profundamente. Estar com ela sentada no chão com a cabeça pousada nos meus joelhos, deixando que eu acariciasse os seus cabelos era dividir comigo a sua intimidade de uma forma pura e inocente. Ao me dirigir ao meu quarto eu me sentia feliz, completamente feliz.

Por mais estranho que possa parecer, entendi que ela havia compartilhado comigo a intimidade que queria compartilhar. Eu a desejava, muito, queria fudê-la de todas as maneiras que o meu desejo me impunha, mas tinha que entender que ela não havia me acompanhado até a praia para fuder comigo. Ela estava comigo, levando a filha, para se fazer companheira e cúmplice na minha felicidade. E ao mesmo tempo, deixar que a filha vivesse momentos tão lindo, maravilhosos e felizes, dos quais não iria se esquecer, jamais. Ela estava ali para ser feliz comigo e não para se tornar minha amante.

Ficamos ainda mais alguns dias nos deliciando com areia, sol e luar. Durante todo o tempo passeamos muito, nos divertimos e fizemos com que  sua filha se divertisse a mais não poder.

Todas as nossas noites, no apartamento, ela se deixava ficar sentada no chão da sala, com a cabeça inclinada nos meus joelhos enquanto eu brincava com os seus cabelos, até que o sono a fizesse ir para a cama.

Nem uma vez falamos de sexo. O que ela nunca soube é que eu a continuei desejando e batendo punheta todas as tardes e todas as noites, no banheiro imaginando estarmos fodendo e fazendo outras “cositas más“.

Quando voltamos para Belo Horizonte estávamos realmente descansados, felizes e queimados de sol. Ela e a filha demonstravam que estavam realmente muito felizes. Ela, com toda a certeza, estava pronta para nova jornada de trabalho e estudos. Eu, de minha parte, estava pronto para iniciar uma temporada de sonhos.

Ah, como eu gostaria de a ter beijado. Como eu gostaria de a ter comido. Ah como eu gostaria que ela pudesse voltar comigo àquela praia, desta vez sabendo tudo isto que até então não estava sabendo. Será que a gente foderia? o que acham?

CEM POR CENTO

Ao chegar à Clínica onde trabalhava, naquela manhã, fui informada de que a doutora, a quem eu assistia nas pequenas cirurgias, não poderia dar o seu plantão porque estava realizando uma cirurgia arriscada, em um hospital onde também atendia. Assim sendo, deixara recomendações no sentido de que eu atendesse os casos que dependessem apenas de enfermagem, como troca de curativos, retirada de pontos, por exemplo. Esse era o caso, segundo constava da relação de pacientes com horarios marcados para aquele dia, de um paciente que devia estar esperando na recepção: retirada de pontos de uma pequena cirurgia feita na semana anterior.

Fui até a porta do consultório e dei uma olhada nos pacientes que estavam sentados na recepção. Identifiquei, de imediato, o paciente em questão. Eu o tinha visto ser operado pela doutora há alguns dias. Preparara, na realidade, os instrumentos para a cirurgia. Tratava-se de um cisto sebáceo bem desenvolvido, na região escrotal. Um popular caroço no saco.

Na realidade, esses cistos podem localizar-se em qualquer parte do corpo e tendem a ser firmes e fáceis de serem movidos no interior da pele. Geralmente não são dolorosos. Eles costumam ter uma cor amarelada ou cor de carne. Quando são espremidos, ocorre a drenagem de um material gorduroso, parecendo um cravo de pele. Os cistos sebáceos podem se infeccionar e ficarem doloridos. No caso desse paciente, a doutora tinha feito uma pequena incisão, removido o cisto e suturado o local com três pontos. Os quais eu deveria retirar, agora. Coisa simples que nem exigiria anestesia.

Voltei ao consultório e, pelo interfone, disse à recepcionista que mandasse entrar o primeiro paciente. Quando ele chegou eu o recebí na porta, tranquei-a e mandei que se deitasse na mesa de exames.

Dei-lhe um sorriso e perguntei como estava, pedi desculpas pelo atraso no atendimento e pela ausância da doutora, apresentei-me dizendo que meu nome era Sandra, que era enfermeira assistente e que faria a rerirada dos pontos. Enquanto ele se deitava fui colocando as luvas em minhas mãos.

Fui até onde estava deitado e perguntei-lhe se estava tudo bem, se tinha tido algum problema com a cirurgia, se havia sentido dores ou se tinha precisado tomar o analgésico receitado pela doutora. Enquanto falava, ia retirando cada um dos três pontos com um puxão rápido.

Sorrindo eu lhe disse que alguns pacientes dos quais retirara também os pontos, de cirurgias semelhantes, disseram que tiveram medo de ficarem impotentes. Perguntei-lhe se também tivera esse medo e ele, meio sem jeito, disse que sim. Então, perguntei se fizera sexo enquanto estava com os pontos e ele disse que não. Foi só nesse instante que ele percebeu que eu estava acariciando o seu pau  e que já havia retirado todos os pontos. Eu o tinha colocado de pau duro e estava batendo nele uma punheta bem devagar, bem dosada, bem gostosa.

Quando ele já nem mais dava conta do que estava acontecendo, ajeitei-me  sobre o seu pau, coloquei-o em minha boca e comecei a chupar, bem devagar a principio, aumentando aos poucos o ritmo, de uma forma bem gostosa. Massageava o seu saco, de onde havia retirado os pontos e chupava, chupava, chupava o seu pau até que gozou, mordendo os lábios para não gemer de prazer.

Com toda a calma, apanhei uma toalha de papel, limpei o seu pau com todo o cuidado, puxei-o-me pela mão fazendo-o ficar de pé e abotoei a sua calça. Depois, levei-o até a porta, que abrí com a maior naturalidade do mundo, dizendo: “Viu como a cirurgia foi boa? Não atrapalhou em nada!. Você está cem por cento.”